quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dor nas saudades.




Dor que está em tudo,
Vaga luz de sombra que esperneia pela noite,
Terror noturno com soturno prazer.
Vazio cambaleante, estúpido terror.

Que, faço eu de ti dor?
Como desacelerar seu compasso dançante?
Desencadear as cadeias de tua liberdade?
Que faço eu diante do teu inóspito horror?

Brilha estrela que morre,
Sonhe menina que corre,
Pense que pode com as mãos,
Voltar no tempo onde a liberdade era seu confrontador.

Sentes saudades?
Elas são o ultimo suspiro deste momento nauseante,
Dessas sombras dançantes de memória,
Hoje mulher elas são seu ditador.

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